História da cerveja no Brasil

Cerveja é uma das bebidas mais antigas da história da humanidade, mas você sabia que no Brasil a famosa “loira gelada” já é consumida há quase 4 séculos?

Toda cerveja era artesanal, obviamente, nos primórdios de sua fabricação em solo brasileiro.
 
Uma das bebidas mais antigas da humanidade teve o holandês Dirck Dicx como o seu primeiro mestre cervejeiro no País, trazido pelo próprio conde Maurício de Nassau ao Recife, em 1637. Três anos depois, na residência “La Fontaine”, já estava em funcionamento a cervejaria inaugural do Brasil.
 
Há quem tenha sido muito mais agradecido aos holandeses do que você, acredite. Dois séculos mais tarde, o rei português Dom João VI, grande apreciador de cerveja, ampliou significativamente o comércio do produto no território onde se instalara a partir de 1808. A abertura dos portos ao exterior, na década seguinte, fez com que as bebidas de fabricação inglesa passassem a ganhar o mercado nacional.
 
A indústria cervejeira brasileira, contudo, também acabou aquecida. A “Cerveja Marca Barbante”, como chamaram genericamente quase tudo o que era fabricado aqui, tinha esse nome porque contava com uma rolha amarrada a um barbante para conter a pressão provocada por sua grande concentração de gás carbônico. No Nordeste, ganhou o nome de “Cerveja de Cordão”.
 
Menos de 20 anos mais tarde, as grandes corporações, que até hoje disputam espaço na sua geladeira e no seu copo, introduziram as suas receitas iniciais no Brasil.
 
Hoje, o que não falta é opção aos cervejeiros – para todos os gostos, de Dirck Dicx, passando por Dom João VI a você. E as cervejas artesanais, já não tão rudimentares quanto aquelas degustadas, a princípio, no Recife, nunca estiveram tão em alta.

 

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